Por Celso Deucher

No dia 7 de outubro, os catarinenses vão poder, pela primeira vez na sua história, escolher entre os diversos candidatos, uma equipe inteira que defende a Independência do Sul. Ao todo o estado possui sete candidatos, sendo quatro a deputado estadual (Echesler, Elton Moreira, Julio Sul Livre e Sandra Parma), dois a Câmara Federal (Miguel Oleinik e Rosangela Ruda) e ainda a Senador, Roberto Salum.

Se eleitos, uma das primeiras ações será a formação de uma frente parlamentar para fomentar o verdadeiro federalismo liberal, reduzindo os gastos públicos como forma de diminuir o tamanho de Estado. Entre as propostas que esta frente defenderia de imediato, esta a apresentação na Assembleia Legislativa de Santa Catarina do Projeto de Lei do Plebiscito Consultivo que vai perguntar ao povo deste estado (assim também será apresentado o mesmo Projeto no Paraná e no Rio Grande do Sul), se os catarinenses querem, ou não a independência do Sul. Não se trata de um Plebiscito vinculativo e sim Consultivo, para demonstrar que os Sulistas estão totalmente descontes com a administração de Brasília.

Entre as propostas que são ponto pacífico entre os candidatos esta a apresentação de Projetos de Leis que fundamentem a  autonomia financeira e administrativa do Paraná  em relação a Brasília, em um novo pacto federativo. Tudo deve respeitar a regra do 80 X 20, ou seja, 80% para os municípios/estados e 20% para a união. O exemplo mais direto é a defesa de que na arrecadação de impostos,  80% do arrecadado tem que ficar onde ele é gerado (município/estado) e apenas 20% deve ser enviado para Brasília. Neste sentido, para que o país funcione, a arrecadação tem que ser de baixo para cima, ou seja, o Município é quem arrecada e automaticamente envia para Brasília apenas o que lhe é devido.

Outra pauta defendida pelo Movimento e que os candidatos abraçaram no Paraná é a diminuição dos custos com deputados  e o fim dos privilégios políticos dos  servidores públicos de todos os poderes e níveis. Só desta maneira pode-se começar a pagar e capacitar  melhor os profissionais da educação, saúde  e  segurança. É neste tripé que os candidatos focam as suas principais ações: priorizar investimentos financeiros e humanos nas áreas essenciais do estado, ou seja, educação, saúde e segurança.

Veja no quadro abaixo os candidatos, cargos pretendidos e seus números.