Procório Pereira, presidente da Comissão Central Organizadora (COP) do Plebisul/2017

Por Procório Elvecio Pereira*
Se alguém quer mudar algo, necessariamente terá que mudar a maneira de agir na busca desse novo objetivo. Na luta pela secessão Sulista não é diferente. Não se pode continuar buscando esse nobre objetivo usando os métodos tradicionais, aqueles que foram adotados por Bento Gonçalves, Neto, Garibaldi, Canabarro e tantos outros. Nem mesmo aqueles que acreditávamos ser suficientes há 25 anos. É necessário, como tudo na vida, que evoluamos nos conceitos e nas ações.  Precisamos sair fora do ‘quadrado’ tradicional. Temos que absorver conhecimentos evolutivos, de povos que obtiveram êxito em suas lutas ou mesmo entender as razões dos insucessos, para não repeti-los.  É nesse contexto que entram em campo os PLIPs (Projetos de Lei de Iniciativa Popular), um recurso legal utilizado não só no Brasil como em grande parte do Mundo Moderno.

O PLIP do BLOCO SUL BRASLEIRO, por exemplo, merece especial atenção de todo cidadão que aspira a Independência do SUL. Líderes e Simpatizantes da Causa tem o dever de buscar de forma incessante as assinaturas necessárias a sua complementação. Os efeitos do PLIP não estarão garantidos com a entrega efetiva do Projeto nas Assembleias Legislativas dos três Estados. Será necessário um acompanhamento por parte dos Sulistas na sua tramitação nas diferentes Comissões que analisarão os PLIPs, para mostrarmos nosso interesse na sua transformação em LEI.

E qual a importância dos PLIPs do BLOCO e dos próximo que virão?
Além dos resultados práticos que sua transformação em LEI trará para as Populações, especialmente nas áreas econômica, científica e segurança, o Movimento O SUL É O MEU PAÍS marcará de forma indelével sua presença na estrutura de Poder dos Estados e isto servirá como um “degrau” a mais na caminhada rumo à Independência. Ao transformarmos um PLIP em LEI nós nos fortalecemos como POVO, com capacidade de se autogovernar, condições indispensáveis para uma boa recepção do nosso processo de credenciamento como candidato, junto à UNPO, a nova nação em formação.

Justificável, portanto, o máximo empenho dos Sulistas na busca por essas assinaturas. Sem elas nosso sonho continuará sendo apenas sonho.

*O autor é presidente da Comissão Central Organizadora do PLEBISUL 2017